O Turismo e seus reflexos nas localidades receptoras

Assim como o Turismo é de extrema importância para quem viaja, também é para quem trabalha direta ou indiretamente com ele. Existem vários efeitos causados pelo Turismo na economia e cotidiano das pessoas, que podem ser positivos e negativos.
 
O Turismo é atividade que cria certa distribuição de renda na localidade receptora, já que movimenta dinheiro não só para quem trabalha diretamente com ele, mas para vários setores produtivos que estão envolvidos com ele ou apenas no centro receptor. Veja um simples e prático exemplo:

Um sapateiro não vai esperar nunca que um turista entre em sua loja, uma vez que normalmente ele não vai viajar para comprar um produto que em seu centro de origem existe em abundância. Mas esse sapateiro pode muito bem se beneficiar com a vinda desse turista, já que o turista vai realizar gastos em um bar, restaurante, loja de artesanato, etc.

O que tem de benéfico para o sapateiro os gastos do turista nesses lugares citados? Tem tudo. Ao gastar ele estará deixando divisas para a localidade, o que vai gerar crescimento econômico, que por sua vez movimenta outros setores da economia. No caso do sapateiro, será positivo para ele, pois o dono do bar, do restaurante, os empregados do centro de artesanato vão ter que comprar sapatos um dia. Então, concluímos que todos ganham com a chegada do turista no centro receptor.

O Turismo também é um elemento de aproximação cultural. Essa aproximação é percebida claramente ao vermos um turista de uma região ou um país diferente do que o visitado. Vários exemplos podem ser dados:

Um brasileiro viaja para a Africa. Lá chegando estarão juntas duas religiões, dois modos de agir e pensar, duas culturas distintas. A junção por um determinado tempo pode causar conflitos ou não, dependerá do modo em que se defrontarão. Ocorrendo essa junção de culturas, com conflitos ou sem, estará assim, unindo por esse curto intervalo de tempo e aproximando duas culturas e aumentando o nível cultural de ambos os povos, por essa razão é que o Turismo é um forte miscigenador de culturas.

Ele também é um acelerador do processo de urbanização, já que obriga a muitas cidades a realizarem obras para melhor atender uma possível demanda que a localidade possa receber. Uma cidade não pode ter seu produto turístico sem organização.

O conjunto de seus de atrativos, acessos, bens e serviços turísticos, que provavelmente induzirão as pessoas a visitarem especificamente um país, região ou cidade, devem estar sempre preparados para atender as necessidades dos viajantes.

Analisando esse conceito podemos dizer que a cidade deve ser a representação do que foi citado de forma organizada a receber e atender as necessidades e desejos de consumo de cada turista.

Também é evidente que o Turismo induz bastante o crescimento econômico no centro receptor, isso é visto se analisarmos os efeitos que ele traz para a cidade e sua população, sempre lembrando que ele também traz conseqüências negativas e não só positivas.

Alem de aproximar diferentes culturas, ainda é um forte elemento de difusão cultural. Isso ocorre através do marketing turístico, que divulga os atrativos de diferentes lugares do mundo para que o turista tome conhecimento e possa um dia visitar esses lugares, ocorrendo com isso, uma grande divulgação de diferentes culturas de vários lugares do mundo.

Ao vermos todos esses pontos, concluímos que são vários os efeitos que o Turismo gera na sociedade. Não são apenas esses citados acima, mas sim, toda e qualquer mudança ocasionada na localidade receptora com a chegada de turistas.

É sempre bom lembrar que o Turismo gera impactos negativos nas localidades receptoras. Um exemplo claro pode ser a hotelaria. Muitos hotéis transnacionais vêm para o Brasil e se instalam trazendo grande parte dos recursos humanos de seu país de origem, principalmente nos cargos mais importantes.

Com isso, há uma redução de empregos e uma possível exclusão da comunidade local de sua própria cidade, não tendo acesso nem a esses benefícios gerados pelo Turismo lá existente.

 

A transformação de cidades em atrativos turísticos no Brasil

A presença pura e simples de recursos naturais e algum fluxo de visitantes em épocas especificas do ano não caracterizam um município como destino turístico, pois esta atividade, para se desenvolver de forma planejada e organizada, requer um conjunto de ações, serviços e infra-estrutura.

No Turismo, existe uma “máxima” que diz que uma cidade somente poderá ser boa para seus visitantes quando, antes de tudo, for boa para seus cidadãos. Não podemos esquecer também, que o turismo é uma atividade econômica, e como tal deve ser trabalhado pelos municípios que desejam explorá-lo.

O Turismo tem como principal finalidade transformar um atrativo ou equipamentos existentes nos municípios em produto comercializável e atraente para os grandes públicos. É preciso distinguir, entretanto, o que é infra-estrutura geral e específica para a atividade do Turismo.

Isso pode ser feito simplesmente verificando se o investimento foi conseqüência do processo de ocupação turístico-recreativa do território. Isso porque, a diferença é que a infra-estrutura geral serve ao setor do Turismo incidentalmente, ao mesmo tempo em que a todos os demais setores, como a indústria, comércio, agricultura, áreas residenciais e outros.

Trata-se da rede viária e de transportes, do sistema de telecomunicações, de distribuição de energia, de água, de captação de esgotos e outros, sem os quais nenhuma classe de consumidor disporia dos serviços públicos básicos.

Onde o Turismo é explorado nos atrativos urbanos tradicionais, a infra-estrutura – tanto a geral quanto à específica – já está praticamente toda implantada. Os turistas se beneficiam dos serviços disponíveis para a população residente, inclusive a rede viária e os serviços regulares de transportes que interligam cidades e lugares de interesse turístico.

Por isso, no planejamento global de desenvolvimento, a implantação da infra-estrutura deve proceder outras ações, voltadas para o Turismo ou não. Quando os serviços mínimos já se acham instalados, o crescimento da atividade turística provoca num aumento considerável no consumo de energia, de água e outros serviços públicos, como meios de comunicação.

Na teoria, pode-se satisfazer uma demanda com o sistema existente, utilizando-o mais intensamente e efetuando pequenas melhorias e ampliações. Mas seu uso excessivo pode prejudicar o Turismo, se novos e adequados investimentos não forem feitos.

Mas, as deficiências da infra-estrutura são um impedimento menos grave para o aumento do Turismo que a escassez de alojamentos. Os turistas podem até tolerar certas deficiências desde que não lhes criem desconforto em excesso.

Não será falta de correios ou de telefonia que mais preocupariam os visitantes, mas sim a exposição à grande desconforto ou condições precárias de higiene ou de insalubre.

Por isso, o diagnostico da infra-estrutura de um núcleo receptor, de um pólo de desenvolvimento, ou de um centro de polarização de Turismo, deve sempre incluir os serviços urbanos.

 

O Ecoturismo como alternativa racional de ocupação territorial

O Ecoturismo não deve ser atividade exclusiva para biólogos ou operadores de turismo. Parques nacionais, áreas de preservação ambiental e propriedades rurais podem ser adequadas no sentido de gerar renda e mais qualidade de vida. Uma exploração racional e rentável é importante para motivar proprietários de terra e comunidades a preservarem o meio ambiente e a beleza de nossas paisagens.

Dentro desta proposta, o ecoturismo torna-se alternativa de negócio capaz de substituir a agropecuária ou a exploração de madeira, por exemplo, pela receita oriunda de hospedagem, alimentação, serviços e entrada aos atrativos naturais.

Outro fator positivo é que o ecoturismo pode aproveitar mão-de-obra local, gerar empregos e fixar o homem no campo. Cada emprego direto gerado representa uma pessoa a mais com recursos para gastar na própria comunidade e empregos indiretos ligados aos serviços e produtos de apoio como venda de combustíveis, artesanato, equipamentos, entre outros.
 
Além disso, com esta suplementação econômica, o governo arrecada mais impostos, que serão revertidos ao cidadão na forma de educação, saúde e infraestrutura.

Quando a comunidade local adquire consciência de que o ecoturismo pode aumentar o nível de empregos e a sua qualidade de vida, ela passa a preservar os atrativos naturais. Também incentiva a difusão da preservação e a interação com o meio, respeitando a sua fragilidade e utilidade.
 
Os turistas pagam entrada, hospedagem e alimentação. Esse recurso gerado pelo ecoturismo pode ser aplicado na manutenção da área explorada. Nos lugares onde o ecoturismo já acontece de forma ordenada, verifica-se diminuição no ritmo da agressão à natureza e ate mesmo a recuperação de parte da vida silvestre.
 
A atividade ecoturística deveria ser suficiente para preservar os nossos ecossistemas, porém falta informação e experiência aos empreendedores, guias e operadores ecoturísticos. O desenvolvimento do ecoturismo deve ser consciente, pois estão em risco as comunidades locais, a natureza e o ecoturista; e em escala ampliada, ameaçado o equilíbrio do planeta.

A falta de informação e de orientação correta pode trazer conseqüências como o fracasso de um empreendimento voltado à preservação ambiental e o afastamento do ecoturista iniciante que ainda poderia colaborar muito para a preservação.

Estar capacitado para o turismo é estar consciente de que os trabalhos começam muito antes da saída do cliente de seu local de origem e estar preparado para satisfazê-lo. Capacitar para o ecoturismo significa também capacitação comunicacional e comercial para enfrentar o mercado globalizado.

Desenvolver a comunicação e dinamizá-la, não significa excluir as agências de viagem; turistas que preferem ter as suas viagens organizadas por agências, em função da comodidade, tempo, economia ou necessidade de viajar em grupo não abdicarão deste conforto. Mesmo assim, diferenciar-se, aperfeiçoar-se e incrementar serviços é o grande desafio de todos os agentes para enfrentar este mercado em transformação.

Operadores de turismo localizados próximos dos atrativos precisam se adaptar. A falta de informação distancia o operador de seus possíveis clientes, os quais por não os conhecer ou não os descobrir, decidirão por outro destino onde a informação é mais bem trabalhada. A comunicação deveria ter importância de destaque; através dela, motivamos o ecoturismo e a consciência pela preservação ambiental. Ela deve ser planejada a fim de aumentar a defesa de nosso planeta.

 

Considerações sobre o desenvolvimento do Turismo no MS

O Turismo é a atividade geral que apresenta maiores índices de crescimento na atualidade, principalmente no Brasil. O país tem registrado crescimento constante no fluxo de turistas, tanto local como estrangeiros, no receptivo ou no emissivo, que buscam nossas belezas naturais.

Por isso o desenvolvimento da atividade merece uma reflexão: de que forma a exploração dos diversos segmentos turísticos pode beneficiar e incentivar as comunidades (e a sociedade de maneira geral) envolvidas com a atividade quer seja direta ou indiretamente.

Não bastam boas intenções ou boa vontade. Turismo é assunto sério. Tão sério que é considerado estratégico no primeiro mundo. Para que o Brasil, e principalmente o Mato Grosso do Sul, promova o desenvolvimento da atividade e qualidade de vida da população, gerando empregos e contribuindo para o crescimento econômico, é preciso profissionalismo e cuidados, alem de muito planejamento.

Para acontecer, o turismo se apropria dos territórios e, para que aconteça de forma harmônica, o uso e ocupação do solo devem ser feito de forma racional, já que esse consumo é acompanhado por inúmeras formas de apropriação, como os meios de transporte, de hospedagem e de restauração e etc.

No Brasil, invariavelmente, esse processo acontece através do confinamento territorial do turismo, que é resultante das limitações de políticas e do planejamento inadequados, alem da falta de direcionamento para o envolvimento social. Além disso, é concentrador de renda e bastante elitizado, excludente e incentivador das desigualdades socioespaciais.

O modelo adotado pelo país e, por tabela, pelo Mato Grosso do Sul, é, raras exceções, o da implantação de mega-projetos e do turismo de segunda residência. Essa abordagem privilegiou apenas aqueles que pertencem a uma classe média alta, proprietária dos imóveis e que muito pouco ou nada produzem para o desenvolvimento do local e principalmente de sua população. Nem mesmo a economia e a administração municipal podem se considerar beneficiários da iniciativa.

Outro problema sério, é que, graças à falta de planejamento e legislação específica, a ocupação desses territórios não foi precedida de nenhum tipo de estudo que poderiam prevenir os impactos negativos e até mesmo a carga suportada por cada localidade.

O que se vê então, são cidades congestionadas, com a prestação dos serviços básicos em colapso alem do desemprego e descaracterização das culturas regionais. Essa situação tem sido comum também, nos vários outros segmentos da atividade turística.

A saída pode estar numa mudança de paradigma. É preciso começar a pensar o turismo como fenômeno sócio-econômico e cultural e, a partir daí, encontrar alternativas.

Então, será preciso bastante atenção e seriedade para que a opção brasileira não seja cada vez mais excludente. Para acontecer de forma abrangente, o turismo precisa promover a integração da sociedade como um todo. Isso vale principalmente para o Mato Grosso do Sul. 

 

Turismo como fator de desenvolvimento local

O Turismo é considerado fenômeno multiplicador, tanto de empregos quanto em divisas. É ainda fator de desenvolvimento social, econômico, cultural e político, já que é um dos líderes na geração de empregos do século XXI e impacta 52 setores da economia brasileira (construção civil, transportes, hotéis, pousadas, agências, operadoras, informática e outros).

Atualmente, o Turismo é um grande instrumento gerador de mão-de-obra qualificada e especializada (3º grau completo) até o menos capacitado (um nativo que na alta temporada deixa seu emprego de pedreiro, para tornar-se um recepcionista de um Hotel).

A Organização Mundial do Turismo (OMT), avalia que cada US$ 7 mil gastos no pais receptivo, garante  a manutenção de um emprego. Para entender melhor a importância do Turismo nas economias, considerando a geração de novos postos de trabalho, por exemplo, enquanto que na indústria automobilística são necessários R$ 170 mil para gerar um emprego, no Turismo apenas R$ 40 mil possibilitam um emprego direto num Hotel, R$10 mil empregam uma pessoa num restaurante e R$50 podem garantir matéria-prima e emprego para um artesão, fomentando e contribuindo para o aumento da qualidade de vida da população autóctone.

O Turismo responde hoje, direta e indiretamente, por um em cada nove empregos existentes no mundo. O impacto da atividade na criação de novos empregos, em nível global, será de até 46% nos próximos anos. Afinal, para que milhares de pessoas estejam viajando outros milhares tem que estar trabalhando para movimentar os aparelhos e/ou equipamentos turísticos formado pelos bens e serviços oferecidos por Companhias aéreas, Hotéis, operadoras, agências, locadoras de carros, restaurantes e afins.

O Turismo também pode ser instrumento de educação e intercâmbio cultural, intensificando os laços entre as pessoas do país e até mesmo de outras regiões e países; elemento minimizador das desigualdades sociais e regionais, além de ser uma atividade totalmente descentralizada, podendo der organizada a partir de qualquer localidade. Além disso, Turismo responde por cerca de 10% em média do PIB mundial, segundo a OMT.

Neste contexto, a prática do Turismo Sustentável assegura também, a qualidade de vida da comunidade; mantém a qualidade do meio ambiente do qual dependem tanto a comunidade como o turista. A OMT define turismo sustentável como a modalidade turística condizente com a gestão de todos os recursos de tal forma que se satisfaçam todas as necessidades econômicas, sociais e estéticas ao mesmo tempo em que se respeita a integridade cultural, os processos ecológicos essenciais, a diversidade biológica e os sistemas de apoio a vida. BENI (2001) entende que turismo sustentável deve ser definido como um processo preservacionista estratégico de desenvolvimento interativo e articulado, espacialmente delimitado e localizado.

Portanto, o Turismo é um setor que deve ser tratado com seriedade, pois pode ser um dos maiores captadores de recursos financeiros e de bens de serviço, para as localidades que se prepararem adequadamente. Para isso, será preciso muito trabalho e o envolvimento de toda a sociedade em questão.

 

Turismo responsável e conservação da natureza

Por ser uma atividade dinâmica e provocar profundas alterações onde é explorado, o turismo merece uma atenção especial de todos aqueles envolvidos com sua atuação. Atualmente, o segmento sempre se pautou no mesmo molde de qualquer outra atividade humana - o enfoque econômico.

É, por isso, considerado – por um lado – como agente de contribuição ativa para o desenvolvimento sócio-econômico e cultural de amplas regiões naturais; e de outro – com enorme potencial para degradar o ambiente natural, as estruturas sociais e a herança cultural dos povos.

Pela absoluta falta de um planejamento integrado, na maioria das vezes, a exploração comercial do turismo em todos os cantos do planeta, vem contribuindo, a partir da década de 50, para o desequilíbrio ecológico, a desagregação social e perda de valores culturais das comunidades onde acontece, além da degradação do patrimônio histórico. O turismo passou a ser caracterizado como atividade de massa e se tornou um voraz consumidor da natureza.

Assim, a exploração da atividade do turismo, com sua força econômica e sua abrangência, não pode deixar de ter sua viabilidade avaliada sob uma nova ótica, a da sustentabilidade. A discussão sobre os impactos do turismo no ambiente e nas culturas locais é complexa e deve, portanto, considerar todos os aspectos já citados acima.

Antes de tudo, ao se desenvolver uma atividade turística qualquer, se faz necessário considerar, e analisar profundamente, a Geopolítica do espaço a ser explorado. Qualquer atividade turística implica na utilização do espaço, meios e lugares, os quais requerem organização e planejamento na instalação da infra-estrutura e dos serviços.

A ocupação do espaço pela construção de equipamentos turísticos pode gerar descaracterização dos núcleos originais, culminando, em casos extremos, com a segregação social e/ou espacial. Isto já ocorre com o turismo convencional, onde podemos apontar casos já clássicos no mercado brasileiro que demonstram como podem ser desastrosas para a cultura e o meio ambiente de um núcleo receptor as atividades turísticas de massa com ausência de um planejamento sério e prévio ao seu desenvolvimento.

Por outro lado, a indústria do turismo, com grandes investimentos sendo injetados em regiões de fragilidade socioambiental, precisa admitir, e aceitar, sua responsabilidade por seus impactos nos ambientes naturais e nas populações e ativamente agir em busca de reconhecê-los e lidar com sua redução.

Para alcançar as formas sustentáveis de turismo é preciso a responsabilidade de todo o trade, inclusive governos das várias esferas, organizações internacionais, setor privado, grupos ambientalistas e cidadãos dos países de destino e dos países de origem do turismo. O desafio para este novo modelo da atividade turística é a sua aceitação por parte de operadores que praticam o chamado turismo de massa.

O turismo convencional massificado requer vários níveis de infra-estrutura, pode atrair milhares de pessoas e pode mudar significativamente as economias nacionais, regionais e locais gerando sobremaneira impactos negativos Está claro que o turismo sustentável não necessita desta ordem de investimentos, e, por conseguinte não é um negócio de lucro rápido.

Assim, há a necessidade de valorizar e proteger a natureza e sua diversidade biológica, assim como o patrimônio cultural, como a base essencial para o desenvolvimento sustentável do turismo, contribuindo à sua conservação.

 

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